O atlas que faltava para quem ensina.
Por que existe
Quem dá aula de Pilates conhece os exercícios. O que falta nunca é repertório — é tempo.
Tempo para montar uma aula que faça sentido do começo ao fim. Tempo para variar sem perder o objetivo do tratamento. Tempo para lembrar, no intervalo de dez minutos entre duas alunas, daquele exercício que resolveria exatamente o caso da próxima.
O Pilatlas nasceu dessa lacuna. Não como um banco de vídeos — existem muitos — mas como um atlas: um acervo onde cada exercício está classificado com precisão suficiente para você encontrá-lo no momento em que precisa dele.
Filmado por quem ensina

O acervo do Pilatlas é dirigido por Thais Rodrigues, bacharel em educação física, com mais de dez anos como instrutora e empresária de Pilates.
Atleta multidisciplinar — ginástica artística, patinação artística, artes circenses e dançarina profissional —, ela traz para o método uma leitura de movimento que vem de fora dele.
Há mais de cinco anos atua como mentora de profissionais de Pilates. O que antes acontecia em mentoria presencial, para poucos, agora está catalogado e disponível para profissionais de qualquer lugar do mundo.
Mais de 600 exercícios não saem de um roteiro. Saem de sala de aula.
Como o acervo é feito
Cada exercício é gravado em vídeo vertical, curto e limpo — o suficiente para você reconhecer a execução em segundos, sem narração longa e sem enrolação.
Depois de gravado, cada um é classificado em seis categorias de filtros: o aparelho, o objetivo, o nível, o tipo, o acessório e a metodologia. É essa catalogação que transforma um acervo grande em um acervo útil.
O Pilatlas está em construção permanente. Novos exercícios entram no acervo continuamente, e todo assinante tem acesso a tudo que for publicado.
